Em suas camadas
Delicadas, fibrosas
Espessas pulsam
Dores, medos, incertezas.
O coração recolhido em silêncio,
Busca como aliado o tempo
Que passado como unguento
Parece até curar...
O que é remédio, nem sempre remedia!
Há feridas que só se curam
Quando o silêncio se cala.
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