quinta-feira, 30 de abril de 2015
terça-feira, 28 de abril de 2015
Enganos da vida
Fios de teias,
seda que engana.
Tecidos caprichosos
em cenários primorosos
enredam, mascaram.
Escudo que alimenta a vingança
tecida na seda,
às claras, sem pressa.
Certeira, traiçoeira no escuro move-se...
Nos fios de seda
os enganos da vida.
seda que engana.
Tecidos caprichosos
em cenários primorosos
enredam, mascaram.
Escudo que alimenta a vingança
tecida na seda,
às claras, sem pressa.
Certeira, traiçoeira no escuro move-se...
Nos fios de seda
os enganos da vida.
terça-feira, 21 de abril de 2015
"Dois para lá, dois para cá"
Mãos nos ombros,
outras na cintura.
Olhos nos olhos...
Delicado abraço.
Em movimentos lentos,
coração acelerado,
pés nas nuvens,
no salão à meia luz...
Só seus braços
meios rostos
no inteiro de nós dois:
dois para lá, dois para cá.
outras na cintura.
Olhos nos olhos...
Delicado abraço.
Em movimentos lentos,
coração acelerado,
pés nas nuvens,
no salão à meia luz...
Só seus braços
meios rostos
no inteiro de nós dois:
dois para lá, dois para cá.
sexta-feira, 17 de abril de 2015
Dor do Tempo
A dor do tempo atravessou meu peito.
Lança afiada, impiedosa.
Tudo jorra a golpes de lágrimas.
Ah, tempo que tudo mostra!
Espelho injusto.
Rio sem curva.
Nele passo, repasso
nem posso disfarçar.
A dor do tempo atravessou meu peito.
Lança afiada, impiedosa.
Tudo jorra a golpes de lágrimas.
Ah, tempo que tudo mostra!
Espelho injusto.
Rio sem curva.
Nele passo, repasso
nem posso disfarçar.
A dor do tempo atravessou meu peito.
terça-feira, 14 de abril de 2015
quarta-feira, 8 de abril de 2015
sábado, 4 de abril de 2015
Janelas Fechadas
Vou fechar todas as janelas.
O som, a luz, tudo que passa
é como ventania...
Preciso fechar as janelas.
Muito barulho do lado de dentro:
Sentimentos rolando de lá, para cá.
Pensamentos correndo de um lado para outro.
Espaço apertado para tanto movimento!
Tudo cai, despenca. Cachoeira às avessas.
Vou me fechar em conchas e esperar...
Esperar a ventania passar. A água escorrer...
Mesmo que nada fique molhado
E tudo em seus lugares
Vou fechar todas as janelas.
O som, a luz, tudo que passa
é como ventania...
Preciso fechar as janelas.
Muito barulho do lado de dentro:
Sentimentos rolando de lá, para cá.
Pensamentos correndo de um lado para outro.
Espaço apertado para tanto movimento!
Tudo cai, despenca. Cachoeira às avessas.
Vou me fechar em conchas e esperar...
Esperar a ventania passar. A água escorrer...
Mesmo que nada fique molhado
E tudo em seus lugares
Vou fechar todas as janelas.
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