O relógio do meu tempo
brincou de correr e parar!
Tentava segurar o tempo que faltava
para a hora certa chegar.
No relógio do meu tempo
os ponteiros nunca marcavam
a hora desejada:
ora paravam, ora corriam.
E foi assim, que na hora certa
hora passou, hora correu
e o meu relógio deixou o tempo escapar...
terça-feira, 30 de junho de 2015
terça-feira, 23 de junho de 2015
Amor guardado
Hoje procurei,
Quem ontem já não encontrei!
Abri, revirei e de poeira me cobri.
Camadas e camadas de pó
Esconderam dentro de mim
O amor que guardei só para ti.
Quem ontem já não encontrei!
Abri, revirei e de poeira me cobri.
Camadas e camadas de pó
Esconderam dentro de mim
O amor que guardei só para ti.
domingo, 14 de junho de 2015
À mar
Me leva, leve no seu colo
manso, ondulado e morno.
Me leva, leve no balanço,
para no seu embalo perder meu contorno.
Me leva, leve, me leva, leve
no embalo do seu balanço suave e ondulado.
Me leva, leve no morno do seu colo
sem meus contornos, dor ou sonhos
Me faça água, me faça à mar...
manso, ondulado e morno.
Me leva, leve no balanço,
para no seu embalo perder meu contorno.
Me leva, leve, me leva, leve
no embalo do seu balanço suave e ondulado.
Me leva, leve no morno do seu colo
sem meus contornos, dor ou sonhos
Me faça água, me faça à mar...
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Delírio de amor
Delírio: vinho deitado no leito da boca
que sorve até a ultima gota
o vermelho tinto da emoção
que rouba juízo...
Tontura, vertigem, viagem sem rumo.
Destino daqueles que se lançam
No amor - sem juízo!
que sorve até a ultima gota
o vermelho tinto da emoção
que rouba juízo...
Tontura, vertigem, viagem sem rumo.
Destino daqueles que se lançam
No amor - sem juízo!
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