Silencio de porta fechada
não é como silencio de casa vendida.
sexta-feira, 29 de julho de 2016
terça-feira, 26 de julho de 2016
O predador e sua presa
Pensei que não o encontraria mais...
De mil formas me aparece!
Vampiro, parvo, perverso
Disfarce não lhe falta.
Maldito predador! Lobo
em pele de tantos ávidos
por vida crédula, reta,
apaixonada, ainda que ingênua.
Sedentos dessas almas iludem
mostram, escondendo a pequenez
da sua própria!
De mil formas me aparece!
Vampiro, parvo, perverso
Disfarce não lhe falta.
Maldito predador! Lobo
em pele de tantos ávidos
por vida crédula, reta,
apaixonada, ainda que ingênua.
Sedentos dessas almas iludem
mostram, escondendo a pequenez
da sua própria!
sábado, 23 de julho de 2016
Na praça
Vou apelar para os que lá estiveram,
depois das missas das cinco ou das sete
ou em todos os dias de festa.
Quem sabe não está na sua memória,
assim como está na minha, o sabor de dar voltas
naquela praça saudosa!
Ah, quantas histórias a contar
dessas voltas na nossa memória...
depois das missas das cinco ou das sete
ou em todos os dias de festa.
Quem sabe não está na sua memória,
assim como está na minha, o sabor de dar voltas
naquela praça saudosa!
Ah, quantas histórias a contar
dessas voltas na nossa memória...
quarta-feira, 20 de julho de 2016
Sempre lá
Está lá, sempre lá
mesmo sem estar à vista,
- à mão!
Para estende-la,
para afagar, para apontar
para segurar as pontas.
Que unem pessoas
num laço elástico
de material especial
como são os amigos
de todas as horas
que se leva vida afora.
mesmo sem estar à vista,
- à mão!
Para estende-la,
para afagar, para apontar
para segurar as pontas.
Que unem pessoas
num laço elástico
de material especial
como são os amigos
de todas as horas
que se leva vida afora.
domingo, 10 de julho de 2016
Ainda lá!
Tenho dado pela falta deles
e, quanta falta fazem...
É como ficar sem o barulho
das crianças correndo pela casa.
Sem as vozes da juventude
ecoando noite afora...
De repente, parece que se foram!
Só que não! Embalados um a um
ficaram esquecidos como objetos
desejados, mas desprezados.
Arrumando a vida, encontrei-os:
alguns embotados, outros quebrados,
mas ainda, lá!
Incubados como nos antigos templos,
esperando com a paciência dos sábios,
estavam os sonhos,
aguardando meu despertar.
e, quanta falta fazem...
É como ficar sem o barulho
das crianças correndo pela casa.
Sem as vozes da juventude
ecoando noite afora...
De repente, parece que se foram!
Só que não! Embalados um a um
ficaram esquecidos como objetos
desejados, mas desprezados.
Arrumando a vida, encontrei-os:
alguns embotados, outros quebrados,
mas ainda, lá!
Incubados como nos antigos templos,
esperando com a paciência dos sábios,
estavam os sonhos,
aguardando meu despertar.
terça-feira, 5 de julho de 2016
Nas palmas de suas mãos
Quando meu pranto cai
nas palmas de suas mãos,
lago se forma
e nele meu peito desemboca...
nas palmas de suas mãos,
lago se forma
e nele meu peito desemboca...
sexta-feira, 1 de julho de 2016
Dor em mim
Balançada como árvore por vento forte,
suspensa por galhos que pendem,
para folhas não perder,
não pude impedir a chuva cair...
Folhas perdidas, galhos expostos
dor em mim...
suspensa por galhos que pendem,
para folhas não perder,
não pude impedir a chuva cair...
Folhas perdidas, galhos expostos
dor em mim...
Assinar:
Postagens (Atom)