Não sei bem como foi
se bom ou não
só sei que a corrupção
virou sensação
e teve sanção!
Muita frustração
muita indignação
tiraram da acomodação
pediram posição,
ainda que em divisão!
Ano que acentuou
as oposições
sem solução!
Mas tudo isso
e mais um pouco
chamou o povo à participação
Foi um ano de maior conscientização -
"só" por isso valeu tanta confusão
Finda assim 2018!
domingo, 30 de dezembro de 2018
ARTE
Arte
ar tenaz
lança
finca
distrai
Inspira
Expira
arte
ar tenaz
Resiste?
Insiste?
-Existe
como ar!
Inspire-se
Exprima-se
ar tenaz
lança
finca
distrai
Inspira
Expira
arte
ar tenaz
Resiste?
Insiste?
-Existe
como ar!
Inspire-se
Exprima-se
sábado, 29 de dezembro de 2018
Luz de amor
Mais uma chama esvanece...
Luz de alegria e fé.
Chama que aquece
ilumina caminhos.
Senhor que serve!
Luz de amor
acesa nos corações
daqueles a quem se entregou.
Luz de alegria e fé.
Chama que aquece
ilumina caminhos.
Senhor que serve!
Luz de amor
acesa nos corações
daqueles a quem se entregou.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2018
Refresco de chuva
Refresco de chuva pede
que dela não se escape.
Chuva fria em pele quente
é prazer que não se esquece!
Se o sol aquece e esquenta
a gente se rende e pede refresco.
que dela não se escape.
Chuva fria em pele quente
é prazer que não se esquece!
Se o sol aquece e esquenta
a gente se rende e pede refresco.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2018
Nem ritos, nem mitos
Já deu, já foi, já passou
nem mesmo acabou,
o fim já se avistou!
Falta pouco,
caminho cumprido,
no tempo corrido!
Não é miragem.
Mais um ano
logo ali:
passando, passando
nos compromissos
que não têm mais fim.
Nem ritos, nem mitos
dão ao tempo ritmo!
Mal acaba um ano
o outro quase não se alcança!
quinta-feira, 22 de novembro de 2018
Hey, Morte!
Hey Morte, com todo respeito,
vem levando de jeito muita gente do peito!
Fala sério! Gente nova, nem tanto,
nem sempre doente. Só vivendo.
Você não tem dado trégua!
Mal leva um, outro, vem de novo!
Entendemos que é seu fardo
ceifar a vida dos seus desconhecidos
- nossos conhecidos entes queridos.
Dá um tempo! Descanse em paz.
E nos deixe aqui esquecidos.
vem levando de jeito muita gente do peito!
Fala sério! Gente nova, nem tanto,
nem sempre doente. Só vivendo.
Você não tem dado trégua!
Mal leva um, outro, vem de novo!
Entendemos que é seu fardo
ceifar a vida dos seus desconhecidos
- nossos conhecidos entes queridos.
Dá um tempo! Descanse em paz.
E nos deixe aqui esquecidos.
quarta-feira, 14 de novembro de 2018
A falta do dia a dia
Deixei cozinhar em fogo médio,
até reduzir, a falta
do dia a dia.
No ponto de redução,
a alquimia!
Falta aqui é matéria prima!
Acerto o fogo,
aperto o ponto.
O calor reduz assim
o que a falta tira para si!
domingo, 11 de novembro de 2018
Ploc!
Ploc! Quebrou a casca
caiu a casa
de dentro de si
saiu a cara!
Antes, escondida,
não sabia como seria ser,
agora que a máscara caía,
tudo ruía e a cara de sempre desaparecia!
Alívio ou dor? Ser e não ser!
Quem seria a cara
que vinha sendo
ou de dentro irrompia?
Ploc! Quebrou a cara
saiu da casca!
caiu a casa
de dentro de si
saiu a cara!
Antes, escondida,
não sabia como seria ser,
agora que a máscara caía,
tudo ruía e a cara de sempre desaparecia!
Alívio ou dor? Ser e não ser!
Quem seria a cara
que vinha sendo
ou de dentro irrompia?
Ploc! Quebrou a cara
saiu da casca!
sexta-feira, 9 de novembro de 2018
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
quinta-feira, 1 de novembro de 2018
O que será?
Quem já não ouviu falar:
O que seria do verde
se todos gostassem do amarelo?
O que aconteceu com o arco-íris
se nos dizem que não há mais matizes?
Quem gosta de verde,
do amarelo não pode gostar!
E quem gosta de um
do outro tem que se afastar!
Tudo volta a ser visto
no binário bem ou mal.
Como se fossem dois lados
de uma só coisa!
Sem diferenças, sem discussão.
Se isto, então, aquilo.
O que será do amarelo
quando do verde gostar?
sexta-feira, 26 de outubro de 2018
Embrião do futuro
No escuro do futuro
oscilam impressões.
Sustos, surtos
prolongam incertezas.
Jornada sem volta
na vida incubada.
Movimento em massa
joga de lá para cá
o embrião do futuro
esperado a cada eleição.
oscilam impressões.
Sustos, surtos
prolongam incertezas.
Jornada sem volta
na vida incubada.
Movimento em massa
joga de lá para cá
o embrião do futuro
esperado a cada eleição.
segunda-feira, 1 de outubro de 2018
Só por si!
Desperta para a vida
desconhece a medida,
perde limites.
Sem garantias, agora,
como nunca, está por si!
Aqui ou ali, só por si.
A vida que sempre quis!
Não sem ter que se ver.
Consigo, enfim, por si.
desconhece a medida,
perde limites.
Sem garantias, agora,
como nunca, está por si!
Aqui ou ali, só por si.
A vida que sempre quis!
Não sem ter que se ver.
Consigo, enfim, por si.
quinta-feira, 20 de setembro de 2018
quarta-feira, 19 de setembro de 2018
Na folha
Se na folha fosse lápis
traços copiados
em negrito riscaria
pra lá pra cá pra lá pra cá
pra lá pra cá pra lá pra cá
folha riscada
lápis afilado
sentimento aliviado!
traços copiados
em negrito riscaria
pra lá pra cá pra lá pra cá
pra lá pra cá pra lá pra cá
folha riscada
lápis afilado
sentimento aliviado!
domingo, 2 de setembro de 2018
A senhora rosa (significado do nome Rosemeire )
Na roda é rosa.
Brinca, brilha, roda
quase se despetala!
Seu caule a mantém formosa
e as raízes, orgulhosa.
Generosa se faz semear
e, em vasos de toda forma,
desabrocha a senhora rosa.
Brinca, brilha, roda
quase se despetala!
Seu caule a mantém formosa
e as raízes, orgulhosa.
Generosa se faz semear
e, em vasos de toda forma,
desabrocha a senhora rosa.
sexta-feira, 31 de agosto de 2018
domingo, 12 de agosto de 2018
Sobre a vida
Acena ela com a certeza,
da qual não se duvida,
e do dia nada se sabe.
Como dela se prevenir?
Quanto mais dela se quer fugir
Menos trégua ela lhe dá!
Traiçoeira lhe encontra nas esquinas...
De um jeito ou de outro não se faz esquecer.
Enquanto assim, pode mesmo lhe assustar:
Quanto mais negada
Menos trégua lhe dará!
Ilusão poder controlá-la.
Chega como e quando quer.
O melhor é, portanto, viver!
da qual não se duvida,
e do dia nada se sabe.
Como dela se prevenir?
Quanto mais dela se quer fugir
Menos trégua ela lhe dá!
Traiçoeira lhe encontra nas esquinas...
De um jeito ou de outro não se faz esquecer.
Enquanto assim, pode mesmo lhe assustar:
Quanto mais negada
Menos trégua lhe dará!
Ilusão poder controlá-la.
Chega como e quando quer.
O melhor é, portanto, viver!
quinta-feira, 26 de julho de 2018
Tramas
Em farrapos, esgarçados
como tempo nos tecidos,
expostos às dores, ao medo,
esticados aos limites;
os sentimentos tingem,
transbordam, agitam a vida
que resiste, insiste e se agarra
aos dias tramados fio a fio.
como tempo nos tecidos,
expostos às dores, ao medo,
esticados aos limites;
os sentimentos tingem,
transbordam, agitam a vida
que resiste, insiste e se agarra
aos dias tramados fio a fio.
terça-feira, 17 de julho de 2018
Paulo e Paulinho
Os dois são Paulo.
Um era palco
O outro aplauso.
Os dois nos deixaram em julho:
Paulo, há quatro anos
Paulinho, há quase quatro dias.
Amizade da vida toda
Que, quem sabe, agora
Segue eternidade afora.
Um era palco
O outro aplauso.
Os dois nos deixaram em julho:
Paulo, há quatro anos
Paulinho, há quase quatro dias.
Amizade da vida toda
Que, quem sabe, agora
Segue eternidade afora.
segunda-feira, 16 de julho de 2018
Partida repentina
Na partida repentina
a consciência não atina
que a vida foi interrompida
sem aviso ou parcimônia!
De uma hora para outra
quem estava, não está mais!
Como assim?!
Como fica a gente aqui?
É preciso um bom arranjo
de fé, sabedoria é até de filosofia
para colocar de novo no fluxo a vida
que aqui, mesmo assim, tem que seguir.
a consciência não atina
que a vida foi interrompida
sem aviso ou parcimônia!
De uma hora para outra
quem estava, não está mais!
Como assim?!
Como fica a gente aqui?
É preciso um bom arranjo
de fé, sabedoria é até de filosofia
para colocar de novo no fluxo a vida
que aqui, mesmo assim, tem que seguir.
segunda-feira, 2 de julho de 2018
Em ruínas
Na minha terra tem cenários,
que na memória contam histórias.
Casas, lembrando as portuguesas
as dos anos cinquenta, sessenta...
Quase todas deixadas para trás!
Vida que seguiu seu curso,
mudou de rumo,
por morte ou destino;
Ficando, contudo, intactos
cenários e história de casas
das ruas que fecharam ciclos.
Agora demolidas,
as casas em ruínas,
despedaçam memórias!
que na memória contam histórias.
Casas, lembrando as portuguesas
as dos anos cinquenta, sessenta...
Quase todas deixadas para trás!
Vida que seguiu seu curso,
mudou de rumo,
por morte ou destino;
Ficando, contudo, intactos
cenários e história de casas
das ruas que fecharam ciclos.
Agora demolidas,
as casas em ruínas,
despedaçam memórias!
segunda-feira, 18 de junho de 2018
"Bicicleta do tempo"
domingo, 17 de junho de 2018
Sem
Sem nome, sem palavras
sem graça, sem dó
sem eira, nem beira.
Sem querer, sem saber
sem ter porque
sem nada a dizer.
Sem nenhum vintém
sem ninguém
sem nem por quê.
Sem dito ou não dito
sem isso ou aquilo
sem mais, nem menos!
sem graça, sem dó
sem eira, nem beira.
Sem querer, sem saber
sem ter porque
sem nada a dizer.
Sem nenhum vintém
sem ninguém
sem nem por quê.
Sem dito ou não dito
sem isso ou aquilo
sem mais, nem menos!
sexta-feira, 1 de junho de 2018
Sinto falta!
Sinto falta das chegadas,
até das partidas!
Das expressões de alegria,
até das de preocupação!
Da movimentação,
até da correria!
Sinto falta da casa cheia,
até de não ser sem vocês!
até das partidas!
Das expressões de alegria,
até das de preocupação!
Da movimentação,
até da correria!
Sinto falta da casa cheia,
até de não ser sem vocês!
quarta-feira, 30 de maio de 2018
O cravo e a rosa
O cravo cuidou da rosa
A rosa o acolheu
O cravo enfeitou a rosa
A rosa o perfumou
O cravo saiu feliz
A rosa desabrochou
A rosa o acolheu
O cravo enfeitou a rosa
A rosa o perfumou
O cravo saiu feliz
A rosa desabrochou
terça-feira, 29 de maio de 2018
Lencinho branco
Lencinho branco
caiu no chão!
O vento levou...
O moço nem viu!
A moça fingiu
que no chão não jogou!
E o lencinho assim
esquecido ficou!
caiu no chão!
O vento levou...
O moço nem viu!
A moça fingiu
que no chão não jogou!
E o lencinho assim
esquecido ficou!
quinta-feira, 17 de maio de 2018
Folha em branco
Aqui estamos de novo
folha em branco!
Você e eu
e um novo começo.
Fria como pista de gelo
deixa-se riscar, rabiscar, lacerar
pelo amor, pela dor, pelo incessante
desejo de contar, domar, transformar.
folha em branco!
Você e eu
e um novo começo.
Fria como pista de gelo
deixa-se riscar, rabiscar, lacerar
pelo amor, pela dor, pelo incessante
desejo de contar, domar, transformar.
quinta-feira, 3 de maio de 2018
Mãe
Mãe:
mais de mim,
menos de si.
Amor que abriga
que expulsa
que insiste
desiste
volta atrás
e recomeça
de outro lugar!
mais de mim,
menos de si.
Amor que abriga
que expulsa
que insiste
desiste
volta atrás
e recomeça
de outro lugar!
domingo, 29 de abril de 2018
Só para você
Queria fazer só para você
um poema, como tantos
outros já fizeram.
Apenas para dizer que fiz
porque, também,
só penso em você.
Então, fica assim,
esse poema aqui
feito só para você!
um poema, como tantos
outros já fizeram.
Apenas para dizer que fiz
porque, também,
só penso em você.
Então, fica assim,
esse poema aqui
feito só para você!
quarta-feira, 18 de abril de 2018
A casa da gente
A casa da gente não só tem cara
mas, braços, colo e calor
que confortam e protegem.
A casa da gente não só tem jeito
mas, o modo da gente
ser a ela afeito.
A casa da gente não só é abrigo
mas, continente da forma
que só nela se pode estar.
A casa da gente é aquele lugar
para aonde se volta
e a gente se encontra!
mas, braços, colo e calor
que confortam e protegem.
A casa da gente não só tem jeito
mas, o modo da gente
ser a ela afeito.
A casa da gente não só é abrigo
mas, continente da forma
que só nela se pode estar.
A casa da gente é aquele lugar
para aonde se volta
e a gente se encontra!
sábado, 14 de abril de 2018
João e Maria
Era uma vez um conto de fadas
recheado de diferenças.
Mas, no olhar entre João e Maria
todas elas se desfaziam...
O tempo passou e a história mudou,
num passe de mágica o encanto acabou.
O tempo passou e a história mudou,
num passe de mágica o encanto acabou.
O conto de fadas chegou ao fim:
- era mesmo só fantasia!
- era mesmo só fantasia!
sexta-feira, 30 de março de 2018
Como seu rosto nasceu
Seu rosto nasceu aos poucos:
primeiro os olhos - cujo olhar profundo lembra um lago de bordas marcadas pelas inundações sofridas de dor e alegria...
Por último, certamente, o sorriso -
puro, quase infantil. Transparente
como a superfície que reflete sua alma antiga, mas juvenil!
Sexta feira da Paixão
Na sexta feira da paixão, subia-se a ladeira, para na igreja beijar o "Santo"! No final da tarde, seguia "Ele" em procissão ao encontro da "Mãe".
A matraca anunciava o canto sob o véu preto. Apiedava-se do "Seu" sofrimento. Tudo era silêncio e respeito.
Entre jejum, abstinências e vigília outra tradição: amendoim socado no pilão virava paçoca! E, que paçoca! Saboreada pura, com banana prata ou nanica só depois de terminado o jejum!
Tudo isso hoje é presente da memória. Sexta feira de compaixão e saudades de outrora!
A matraca anunciava o canto sob o véu preto. Apiedava-se do "Seu" sofrimento. Tudo era silêncio e respeito.
Entre jejum, abstinências e vigília outra tradição: amendoim socado no pilão virava paçoca! E, que paçoca! Saboreada pura, com banana prata ou nanica só depois de terminado o jejum!
Tudo isso hoje é presente da memória. Sexta feira de compaixão e saudades de outrora!
sexta-feira, 16 de março de 2018
Metamorfose
Aos poucos vou me despindo.
Deixo cair um a um,
como pedaços de mim,
trajes que não me fazem mais.
Deixo cair um a um,
como pedaços de mim,
trajes que não me fazem mais.
quinta-feira, 8 de março de 2018
terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
Enfim, nós!
Daquilo que ouvi
sobre o que fica no fim
é mesmo assim:
você para mim
e eu para você!
Enfim sós, com nosso(s) nós!
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
No meio do caminho
Mais que do meio do caminho
percebi minha desatenção!
Parecia que vivia com muita dedicação;
olhando para trás,vejo com certa admiração:
Lá estava com a ilusão,
vivendo como queria a imaginação!
Se desse lugar pudesse voltar
viveria com a alegria -
um dia de cada vez!
Quem sabe, com essa visão
aprenda-se uma lição:
viver é mesmo arte que exige paixão!
percebi minha desatenção!
Parecia que vivia com muita dedicação;
olhando para trás,vejo com certa admiração:
Lá estava com a ilusão,
vivendo como queria a imaginação!
Se desse lugar pudesse voltar
viveria com a alegria -
um dia de cada vez!
Quem sabe, com essa visão
aprenda-se uma lição:
viver é mesmo arte que exige paixão!
domingo, 11 de fevereiro de 2018
Carnaval IV
Nesse carnaval quem foi à forra
ou se fantasiou, de alegria se enfeitou
e nem por isso se enganou.
O tempo parou? Deixou
esquecer o que a vida amargou?
Apenas, brinca de passar
diferente...
ou se fantasiou, de alegria se enfeitou
e nem por isso se enganou.
O tempo parou? Deixou
esquecer o que a vida amargou?
Apenas, brinca de passar
diferente...
sábado, 3 de fevereiro de 2018
segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
Quebra cabeça
Perdemos pedaços de ser
e juntamos outros sem perceber
formando, assim, um jeito de ser.
Há pedaços da gente
que nem sabemos perdidos
mas que, de repente, são encontrados!
Ainda outros, são devolvidos.
Só aí sabemos que nos foram tirados!
Como num quebra cabeça,
peças achadas completam imagens.
Fecham histórias. Curam feridas.
e juntamos outros sem perceber
formando, assim, um jeito de ser.
Há pedaços da gente
que nem sabemos perdidos
mas que, de repente, são encontrados!
Ainda outros, são devolvidos.
Só aí sabemos que nos foram tirados!
Como num quebra cabeça,
peças achadas completam imagens.
Fecham histórias. Curam feridas.
domingo, 21 de janeiro de 2018
Alma aflita
Se fica, quer ir.
Se faz, desfaz.
Pensa, repensa.
Escreve, apaga.
Avança, recua...
Nada que faça
deixa em paz
a alma aflita!
Se faz, desfaz.
Pensa, repensa.
Escreve, apaga.
Avança, recua...
Nada que faça
deixa em paz
a alma aflita!
quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
Versinhos escondidos
Vim aqui de mansinho
ver se encontro meus versinhos!
Achei, sem querer,
da meada um fiozinho...
Talvez, persistindo,
possa tirar os nozinhos,
soltando assim, aos pouquinhos,
os versinhos ali escondidinhos!
ver se encontro meus versinhos!
Achei, sem querer,
da meada um fiozinho...
Talvez, persistindo,
possa tirar os nozinhos,
soltando assim, aos pouquinhos,
os versinhos ali escondidinhos!
Assinar:
Postagens (Atom)

