Alegre era a cor da casa
Onde sonhara acordada.
Sol e brisa entravam
Pelas janelas,
Até, chuva fresca!
Nela, a noite caia de sono
De tanto contar estrelas
E na casa tudo era alma!
Alegre era a cor da casa
Onde sonhara acordada.
Sol e brisa entravam
Pelas janelas,
Até, chuva fresca!
Nela, a noite caia de sono
De tanto contar estrelas
E na casa tudo era alma!
Fazem poças as dores
Que não escoam...
Aqui, ali latejam no corpo
Tudo aquilo que à alma aflige.
Que é aquela que a alma aflige.
Fazendo doer o corpo
Ador que a alma af⁰xlige!