Brilhinhos vivos do céu
Brilham, também,
Nos olhos de quem
Seu bem vê como
A um céu!
Com três pontos de exclamação
Assim como um toque,
Um código
Levava-lhe as interjeições
Do dia a dia...
A cada toque uma demonstração
Da alegria de tê-lo em meu coração!
Gira em torno de si,
Desprendendo-se em pétalas
Gira, gira sem conseguir
Florescer em cada uma delas
Mulher, mulher que desabrocha
Em pétalas, mas as perde
Quando de si se esquece!
Às vezes, a saudade
Parece gostar
De com a gente brincar!
Venda os olhos
E nos faz tatear o ar,
Como a que buscar:
Quem, ainda, parece estar
Ou a alcançar
Quem já longe vai!
Hoje me envolveria nos seus braços;
Nesse abraço deixaria, por agrado,
Um pouco da minha alegria
E, ainda, diria em segredo,
Espalhado aos quatro ventos,
Como gosto de você!