Os sustos acordam a gente
E, de repente, saímos de cena!
Como seria bom saber
que não era sonho
e, nem que, acabou-se...
domingo, 24 de abril de 2016
terça-feira, 19 de abril de 2016
A sombra que zomba
Rio de tudo e de todos.
Brinco com fogo!
Tiro daqui e uso ali!
Imprevisível e quase imprescindível!
Sou admirada e temida
Da corte o bobo:
De todos um pouco
De tudo, também!
Mostro e escondo
sou a sombra que zomba.
Brinco com fogo!
Tiro daqui e uso ali!
Imprevisível e quase imprescindível!
Sou admirada e temida
Da corte o bobo:
De todos um pouco
De tudo, também!
Mostro e escondo
sou a sombra que zomba.
quinta-feira, 14 de abril de 2016
A dor e sua bagagem
Silenciosa chegou ela com sua bagagem!
Sempre espaçosa, vai logo desfazendo suas malas.
E, quantas!
Tira delas os sorrisos, o andar inconfundível,
a voz, o olhar, os abraços e beijos
que não se pode mais ouvir, ver, dar ou sentir...
Vai tirando, tirando lembranças
e, sem cerimonia, esparrama
saudades por todos os lados...
Sempre espaçosa, vai logo desfazendo suas malas.
E, quantas!
Tira delas os sorrisos, o andar inconfundível,
a voz, o olhar, os abraços e beijos
que não se pode mais ouvir, ver, dar ou sentir...
Vai tirando, tirando lembranças
e, sem cerimonia, esparrama
saudades por todos os lados...
domingo, 3 de abril de 2016
Nós
Em tramas firmes,
vínculos tecidos
a dedo, deixam nós.
Nós que na garganta amarram choros
fazem o coração ser ouvido bem alto,
quando mais uma trama chega ao fim.
Ai de nós sem os vínculos
tramados nos tecidos da vida.
vínculos tecidos
a dedo, deixam nós.
Nós que na garganta amarram choros
fazem o coração ser ouvido bem alto,
quando mais uma trama chega ao fim.
Ai de nós sem os vínculos
tramados nos tecidos da vida.
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