A culpa que nos habita
É como borrifador:
Borrifa de quando em vez
Memórias de lucidez
Ou de muita imaginação;
Surge de uma só vez
E, ainda, misturadas
Fazem da própria história aquilo
Que ela dita, sem muita ponderação!
Há de se ter muita cautela
Antes, de dar a ela
Abrigo ou moradia
De conselheira à carcereira
É bom saber distinguir
Antes, que ela vire
Dona e não inquilina!
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