Com pequenas mortes costura-se a vida:
A" morte "do sono que vem à noite
A que, com ele, pega a gente distraída
Aquela que, com seu fio,
Alinhavamos as perdas de cada escolha,
E as sentidas, durante os anos vividos.
Quem sabe não seja assim
Que a ela, aos poucos se acostume!
Dessa maneira, quando puxar de vez
O fio da vida
A gente nem sinta tanto,
Esse que é, o fim da linha.
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