Confesso que preciso de confissão!
Muitas vezes preciso, sem razão,
Da sua presença, como da solidão.
Que de aflição, abatida,
Entrego-me à exaustão,
Já que, em vão, busco saída.
Nenhuma razão demove meu coração:
- Dessa paixão não quer ceder!
Que a razão lhe estenda as mãos,
Para que o coração, da paixão
Não mais se compadeça...
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