Era debaixo dela que ficava invisível
Girava o cabo e rodava o mundo...
Trazia o céu para bem perto dos olhos
Nele via a luz do sol e à sua sombra
Seu faz de conta acontecia
Era noite era dia e a menina
Da sombrinha não se desfazia
Abria, fechava, até o cabo mordia!
Queria sentir toda a magia
Que só ali existia!
Seria verdade ou mentira?
Era só mesmo para dia de chuva que ela servia?
Girava o cabo rodava o mundo
Entre babados e florzinhas
Sonhava a menina em sua sombrinha.
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