Vai um bom tempo
que dou a ele o tratamento
que nunca me foi tão fácil!
É natural clamá-lo assim,
como se o conhecesse
há muito e de muitos lugares.
Vejo-o como a um abraço,
de estreito diálogo,
às vezes, só telepático.
Por isso o trago comigo,
bem no meio do peito,
onde troco seu nome
e o chamo de Amor.
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