Na sexta feira da paixão, subia-se a ladeira, para na igreja beijar o "Santo"! No final da tarde, seguia "Ele" em procissão ao encontro da "Mãe".
A matraca anunciava o canto sob o véu preto. Apiedava-se do "Seu" sofrimento. Tudo era silêncio e respeito.
Entre jejum, abstinências e vigília outra tradição: amendoim socado no pilão virava paçoca! E, que paçoca! Saboreada pura, com banana prata ou nanica só depois de terminado o jejum!
Tudo isso hoje é presente da memória. Sexta feira de compaixão e saudades de outrora!
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