quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Renascimento

De repente, deu-se conta:
estava debaixo d'água!

Afundava aos poucos,
perdendo o folego...

Cada vez mais o escuro
o turvo, o silencio vazio.

Bastava desejar entre:
a entrega do corpo ao próprio peso
e o impulsioná-lo rumo à luz.

Rompendo a superfície da vida
renasceu de si mesmo!








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