procurava a curiosidade descobrir
os mistérios da ceia proibida.
Vinhos, risos e castanhas portuguesas
ajudavam a passar aquele tempo
que nunca passava do lado de cá da porta!
Como eram longas as noites de Natal...
No presépio nem menino Jesus estava ainda.
Tudo era espera e nada acontecia.
De tempos em tempos uma consulta.
Papai Noel sabia o tempo de chegar:
Nunca era quando se esperava!
O dia vinte e quatro, finalmente, pelo sono era vencido.
Na manhã do vinte e cinco, em cada par de sapatinho,
o desejo realizado! Papai Noel existia!
E o menino Jesus, enfim, nascia:
Natal! Natal!
Feliz Natal!
Nenhum comentário:
Postar um comentário