sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Quando Papai Noel existia...

Pela fresta da porta entreaberta
procurava  a curiosidade descobrir 
os mistérios da ceia proibida.

Vinhos, risos e castanhas portuguesas
ajudavam a passar aquele tempo
que nunca passava do lado de cá da porta!

Como eram longas as noites de Natal...
No presépio nem menino Jesus estava ainda.
Tudo era espera e nada acontecia.

De tempos em tempos uma consulta.
Papai Noel sabia o tempo de chegar:
Nunca era quando se esperava!

O dia vinte e quatro, finalmente, pelo sono era vencido.
Na manhã do vinte e cinco, em cada par de sapatinho,
o desejo realizado! Papai Noel existia!
E o menino Jesus, enfim, nascia:
Natal! Natal!
Feliz Natal!











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