sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Boca calada

Nenhuma palavra confesso.
Mesmo sobre protestos,
Nem mesmo um simples A.

Quem dera poder contar!
Mas,só em sonho suponho
Soltar a palavra guardada.

Segredo. Silencio. Espera.
         A boca cala.
E nem mais um único A!

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