Lágrimas da noite acordam o dia
Que,
em pé, passa pelas horas;
Ora
devagar, ora tão depressa
Que
não o vemos passar!
Sol
a pino, meio dia,
Nenhuma
bruma, nem vestígios
Da
manhã encerrada nas primeiras
Esperanças
do recomeço diário.
Tarde
para quem não o viu passar!
Agora só resta sonhar, onde o dia se deita,
Com
um novo recomeçar:
Bom
dia!
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