Há
dias em que a alma está leve...
Distraída
dança, canta, inspira-se.
Sem
darmos conta ela nos leva,
Como
se de mãos dadas pudesse ser,
Por caminhos que nem sequer sabemos existir!
Por caminhos que nem sequer sabemos existir!
Segue
atalhos, retalhos... Faz recortes no tempo...
Leve, leve, leva a alma a brincarmos no seu faz de conta
De verdades que só ela sabe contar...
Leve, leve, leva a alma a brincarmos no seu faz de conta
De verdades que só ela sabe contar...
Quem
se solta de suas mãos e,
Só pelas
da razão se deixa levar
Leva a alma a seguir sozinha.
Segue
ela pesarosa....Esperançosa...
De
reencontrar adiante quem dela se soltou
E
que, sem ela, deixou de sonhar!
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