Rotina,
rodinha engrenada
Que
gira, gira, gira
A
máquina endentada.
Segunda,
roda e cai na terça,
Que
cai na quarta, que cai na
Quinta,
que cai na sexta...
Rotina,
rodinha engrenada
Que
gira, gira, gira
A
máquina endentada.
Já
a manhã, que termina na tarde
Acaba
na noite engrenada
Na
madrugada que desperta
Em
outra manhã já agendada!
Rotina,
rodinha engrenada
Que
gira, gira, gira
A
máquina endentada.
Já no café, agenda aberta!
Almoço. Cozinha arrumada.
Mais umas voltas engrenadas:
Mais umas voltas engrenadas:
E
o que vamos Jantar?
Rotina,
rodinha engrenada
Que
gira, gira, gira
A máquina
endentada,
Da
vida, assim, engendrada.
Idalina, boa noite. Em primeiro lugar, grata por considerar a minha opinião. Não sou nenhuma especialista, nem crítica literária. Sempre gostei de escrever, mas devido a afazeres e à profissão,só comecei realmente há uns sete anos. No início, insegura também. O que fiz? Comecei a ler e a pesquisar tudo que estavam escrevendo na atualidade. LI E AINDA LEIO BASTANTE.Estou aprendendo muito e aprimorando meu estilo. Aconselho-a a fazer o mesmo, vc escreve bem, tem o que dizer o o diz de uma forma bonita, agradável de ler e explora bem o tema sob enfoque. A gente sempre pode melhorar e cada poema nos ensina algo. Vá em frente, você consegue . E deve continuar. Um abraço e boa sorte.
ResponderExcluirBoa noite, Basilina. Mais uma vez obrigada pela sua atenção e pelo tempo despendido lendo meus escritos. Vou me dedicar mais à pesquisa. Grande abraço.
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